Imaginabits #6

07 set 2016
Postado por às em Aleatoriedades, Imaginabits, Música, Tv e cinema

Agosto ficou sem Imaginabits devido à correria do BEDA BADA, mas deu para acumular muita coisa para comentar. Afivelem os cintos e coloquem suas poltronas na posição vertical.

Eu sei o que você ouviu na semana passada

Já tem um ano que saiu o álbum Roses da Coeur de Pirate (já falei bastante dela aqui). Eu tinha escutado as músicas de maneira aleatória por aí, mas acabei não dando muita bola porque o “estilo” desse álbum é diferente dos anteriores e eu não tinha entrado na vibe. Inclusive, a grande maioria da músicas é em inglês (nos anteriores o francês predominava).
Já posso dizer que agora que ouvi tudo com calma eu gostei? Que Carry On não é tão diferente da versão francesa Oublie-moi? Que I don’t want to break your heart, Undone e Our Love são favoritas?
Enfim, o álbum é tudo isso aí.

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Me fascina o fato de que sempre tem a Béatrice de perfil nas capas dos álbums.

Quem te viu, quem TV

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Após a última remessa de séries e no começo da summer season, eu não tinha ideia do assistir e foi em uma dessas que me deparei com River, algo que seria a cara da Patthy de anos atrás, mas foge um pouco da minha zona de conforto de, sei lá, uns 2 anos para cá. John River (vivido por Stellan Skarsgård, pai de um dos clãs mais talentosos do showbiz) é um detetive que cuja parceira Stevie foi morta por um tiro bem na frente dele. Ah, e ele vê gente morta com que frequência? todo o tempo. No começo você fica com uma dúvida se é algo sobrenatural ou o cara pirou mesmo. E ele começa a dar ouvidos ao fantasma de Stevie para desvendar sua morte então você conclui que, mesmo que a aparição seja real, River tem que estar meio doido para escutar conselho de um espírito.
A graça está em descobrir as coisas, então não vou contar mais. Desafio vocês a tirarem I Love To Love (But My Baby Loves To Dance) da cabeça depois de ver a série.
Indo nesse embalo de séries de investigação britânicas, assisti Marcella. Após seu marido sair de casa, Marcella retorna ao trabalho na polícia após o surgimento de um caso parecido com o que ela investigou anos atrás. O porém é que ela tem uns apagões que a deixam sem saber o que aconteceu e, se ela não sabe, imagina a gente que tá assistindo, não é mesmo? E a coisa começa a complicar quando ela suspeita que andou fazendo coisas enquanto esteve fora do ar. Vou contar? Não vou, senão perde a graça. Achei o ritmo bem mais ágil que de River.
Depois disso voltei para minhas séries de época: War and Peace, minissérie produzida pela BBC (pra variar, né?) baseada naquele puta livro comprido de mesmo nome escrito pelo Tolstói. Trilha sonora: trilha maravilhosa. Figurino: de cair o queixo. Não sei o quanto a história é fiel ao livro, mas achei que condensaram bem mais de 1000 páginas em 6 episódios – só achei o final um tanto corrido, mas para estendê-lo seria necessário apressar outras coisas e acho que poderia comprometer partes da série.
Devo comentar que chorei horrores quando um cavalo morreu. ¯\_(ツ)_/¯
Depois engrenei em Versailles e comecei a ver The Musketeers quase simultaneamente. Também da BBC (acho que eu devia ganhar uma grana da emissora =B), o ritmo dela é mais de aventura e ação, diferente da maioria das séries de época às quais me acostumei. E também baseado em um livro, de Alexandre Dumas. Posso dizer que achei um barato me dar conta que o rei Louis mostrado na série é o pai de outro rei Louis, o XIV, da série Versailles?
louises
Que encontro bonito de família. =B

Ainda não acabei a terceira temporada, mas devo dizer que os vilões fazem um bom serviço em me causar um aneurisma de tanto nevouser. heh Athos, Porthos e Aramis fazem um bom trabalho, D’Artagnan tem muita cara de xóvem a princípio (eu pensei “esse garoto aí é o D’Artagnan??!”), mas desenvolve bem o papel.

UM LIVRO? Não, DOIS LIVROS

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O exemplar de A Menina Submersa é nada menos do que o exemplar mais bonito dentre os meus livros (ok, as edições da Barnes and Noble estão empatadíssimas nesse quesito). Demorei um tempão para comprar ponderando se eu não estava apenas sendo seduzida pela capa, mas foi bom que veio uma promoção. Fun fact: só me dei conta que o título não estava escrito em nenhum lugar da capa quando já estava, sei lá, na metade do livro. (Tinha uma etiqueta colada no plástico que a embalava o livro.)
A protagonista Imp é esquizofrênica e está escrevendo um livro que é meio um diário. Ela não conta os acontecimentos em ordem cronológica, o que às vezes pode confundir. E para ajudar algumas vezes Imp não consegue distinguir o que é real e o que não é. Por exemplo a noite em que ela conheceu Eva Canning, existem duas versões desse ocorrido na sua cabeça e para ela as duas são reais – embora ela saiba que só aconteceu uma vez. Mas acho que eu tirei de letra entender a mente dela, viu? heh Sua família tem todo um histórico de doenças mentais, sua mãe e sua avó cometeram suicídio e ela chegou a tentar também. Porém está em tratamento. Enfim, a história dela é interessante, mas eu acho que os pensamentos e ideias dela são mais. Como esse trecho aqui embaixo:

Fantasmas são essas lembranças fortes demais para serem esquecidas, ecoando ao Longo dos anos e se recusando a serem apagadas pelo tempo. (…) Essa é mais uma característica dos fantasmas, tuna característica muito importante: você tem de tornar cuidado porque assombrações são contagiosas. Assombrações são memes, em particular, transmissões de ideias perniciosas, doenças contagiosas sociais que não precisam de hospedeiro viral nem bacteriano e são transmitidas de milhares de modos diferentes.

Semana passada foi a vez de A Lista Negra sair da lista de esquecidos no meu e-reader (acho que estava lá desde o ano passado). Ele é menos complexo que A Menina Submersa, a linguagem é mais leve, porém o tema é um pouco mais pesado: conta a história de Valerie, uma adolescente cujo namorado, Nick, atirou em várias pessoas na escola onde estudavam e depois se matou. Para tornar tudo mais complicado, os alvos de Nick eram pessoas que Valerie e ele colocaram em um caderno da lista das pessoas que gostariam que morressem, especialmente colegas de escola que cometiam bullying contra os dois. Enquanto montavam a lista, Valerie não desejava realmente a morte dessas pessoas. E ela não percebeu quando Nick começou a levar a lista a sério.
O livro conta a história de Valerie após o trauma, tentando voltar para a escola. Ela sente culpa por não ter enxergado o que estava acontecendo com Nick, mas ainda assim é uma vítima, enquanto é hostilizada pelos colegas e mesmo seus pais tem dificuldades para acreditar que ela é inocente. Enquanto lia não consegui apontar o dedo para ninguém e dizer “esse é o culpado”, porque todo mundo estava com a vida meio cagada ali. E, gente, quando teve um flashback do momento do tiroteio eu chorei com gosto.

Tem filme? Tem filme também.

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Comecinho de Agosto eu estava com uma energia de “eu sou capaz de tudo” e resolvi que quele dia era capaz de ver um filme – de mais de TRÊS FUCKING HORAS: Os oito odiados (The Hateful Eight). Dois caçadores de recompensa estão indo para uma cidade: um com cadáveres de criminosos e outro com uma criminosa viva. Sabem aqueles cartazes de faroeste de “procura-se vivo ou morto”? Enfim, cada um decidiu adotar uma postura. Cai uma nevasca do cão e eles precisam se abrigar em uma hospedaria pedida no meio do nada. Bom, na verdade acho que a nevasca fez com que o lugar ficasse isolado. Mas é lá que as coisas acontecem e não posso comentar muito por motivos de: spoiler.
Não me entendam mal, eu gosto bastante dos filmes do Tarantino, mas… Dava para ter tirado algumas coisas desse filme e reduzi-lo para menos de 2 horas sem prejudicar a história. (E olha que sou prolixa, gente.)
No mesmo fim de semana eu estava empenhada em ver outro filme, escolhi Memórias Secretas (Remember). Não sei o que aprontei quando li a sinopse mas tinha entendido que era um filme com algo de humor negro. Cuidado com a burra. Já reli e procurei o que me levou a tirar essa conclusão, mas não sei. Eu sei é que a história mostra a saga de Zev, um idoso que vive em uma casa de repouso e sofre com perda de memória, para vingar a morte de sua família em um campo de concentração. A intenção é matar o oficial alemão responsável pelas mortes. Esse cenário parece complicado o suficiente, e para atrapalhar mais ele não é capaz de reconhecer o cara (muitos anos se passaram, né?), então o jeito é procurar todos os Rudy Kurlander até encontrar o correto.
Para ajudar nessa missão quase impossível há Max, que vive na mesma casa de repouso e cuja família foi morta pelo mesmo oficial alemão. Ele cuidou de todo o planejamento da viagem (desde passagens e hotéis até mesmo indicação de onde Zev compraria uma arma) e providenciou uma carta onde tod a estratégia estava descrita, para toda vez que Zev pudesse se lembrar da missão toda vez que se esquecesse porque estava em um determinado lugar. E é meio triste o fato de que praticamente toda vez que ele dorme se esquece de tudo, inclusive que sua esposa faleceu e começa a chamar por ela.
A gente segue tomando vários tapas na cara durante um filme (com direito a choro, sim) mas o final… Foi uma voadora bem no meio da minha fuça. Assistam, fiquem pasmos e venham comentar comigo.

Observem que mesmo postando em dias alternados no mês passado ainda sobrou muito o que escrever. =B


Vim, vi, venci

31 ago 2016
Postado por às em Aleatoriedades, Blog

Yes, I am prepared
To stay alive
I won’t forgive
Vengeance is mine
And I won’t give in
Because I choose to thrive
Yeah, we’re gonna WIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIN

Ia pedir desculpas pela empolgação, mas resolvi chamar vocês para cantar comigo essa canção. heh

survival

31 dias e 15 posts (16 com esse) depois, cá estou eu, sem ter desistido do BADA. =B Não é como se eu tivesse salvado o mundo, mas né, eu eventualmente desisto das coisas por preguiça e, olha, dessa vez eu persisti. Não só persisti como penso em repetir a dose ano que vem, quem sabe fazendo BEDA como manda o figurino (socorro, interna que tá louca). Abaixo, uma breve retrospectiva desses dias.

Semana 1 ou: “Esse é o melhor desafio de todos!”

Será que vai? – Eu ainda incrédula sobre tudo isso.
C’est la comédie – Indicação de umas comediazinhas francesas para passar o tempo e se familiarizar com o idioma.
Solta o som, DJ! – Reciclando meme velho, sem vergonha de admitir.

Mood da semana 1:
semana01

Semana 2 ou: “Tenho tanto a escrever”
Anedotinhas – Pequenos causos que aconteceram comigo.
Mamãe quero ser gótica – Sobre minha vontade adolescente de ser darks.
O meme escrito – Eu exibindo minha letra e minhas mil canetas.
Trecos do cotidiano – Post meio blogayra de beleza com meus favoritos.

Mood da semana 2:
semana02

Semana 3 ou: “Acho que está funcionando… ou não?”
Tag: como você era nos tempos de escola – Título autoexplicativo, não?
A tempo – Eu divagando sobre o tempo no BADA.
Qual o seu tipo – Eu divagando² sobre meu tipo de personalidade segundo a classificação de Myers-Briggs (essa foi uma semana meio egocêntrica, né?).

Mood da semana 3:
semana03

Semana 4 ou: “Que ta con teseno?”
5 esportes que eu praticaria – Título autoexplicativo, não?²
100 perguntas que ninguém pergunta – Eu respondendo a 100 perguntas bestas que ninguém pensa em fazer.
Bienvenue à Versailles – Comentários sobre a série Versailles que enche os olhos e traz o gracinha do George Blagden como Louis XIV.
If you like piña coladas and get caught in the rain – Post que escrevi sob efeito do álcool (mas não b~ebada, o que é completamente diferente) com receita de piña colada.

Mood da semana 4:
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Semana 5 ou: “Mãe, tá chegando?”
Tag: 13 perguntas pessoais – Já não tinha mais ideias (tenho 18 rascunhos, nenhum que podia ser escrito rapidão) apelei para meme.
Vim, vi, venci – Não por acaso, é esse post aqui mesmo. =P

Mood da semana 5:
semana05
Agradeço a todos que estiveram aqui, leram minahs baboseiras, torceram por mim, acharam o projeto de postar em dias alternados uma trapaça… HAHAHAHA E parabenizo a todos os sobreviventes do BEDA, aliás, mesmo os que não passaram da primeira semana porque vocês tiveram coragem para tentar.
Dia 03/08 completou um ano que voltei a blogar e achei uma boa maneira de comemorar. Foram 66 posts de lá para cá e acho que tive a maior taxa de postagem no último ano maior que em todos os anos ativos do blog graças ao BADA. XD
Nos vemos em setembro – mas em um ritmo mais ~normal~ de posts. heh

BADA
ACABOU