Imaginabits #5

12 jul 2016
Postado por às em Imaginabits, Música, Tv e cinema
Eu sei o que você ouviu na semana passada

Se vocês checarem meu perfil no last.fm vão notar que Amaral predomina durante, sei lá, o último mês. Long story short: eles são uma banda espanhola de pop-rock-folk-whatever formada por Eva Amaral e Juan Aguirre (e músicos de apoio, claro). Lá pelos ano de 2006 vi uma edição do Folhateen com os dois na capa e o nome da banda estampado. Me chamou a atenção um grupo musical com meu sobrenome e resolvi procurar (sou dessas). Acabei baixando algumas músicas e até 2 meses atrás era o que conhecia deles. Resolvi ir atrás de baixar a discografia toda e me deparei com dois álbuns que eu não conhecia, de 2011 e de 2015 (que viraram favoritaços).
Eles têm momentos mais breguinhas (que eu adoro e inclusive sei as letras completas) como em Sin Ti No Soy Nada e Te Necesito, mas esses últimos álbuns têm as maravilhosas Robin Hood, Nocturnal e En el Tiempo Equivocado. Me segurem que vou indicar todas.

Amaral-Hacia-lo-Salvaje
Evinha bancando a garota L’Oreal

Menção honrosa: A primeira música do season finale de Game of Thrones, Light of the Seven, poderosíssima e diferente da grande maioria da trilha sonora da série. (Me lembra uma mistura de Castlevania com Inverno d’As Quatro estações de Vivaldi, com mais cello e menos violino – isso faz algum sentido?) E a música de abertura do último episódio de Penny Dreadful, que eu fico ouvindo de novo e de novo porque gosto de me torturar. (Falarei da série mais a diante.)

Quem te viu, quem TV

Uma série que pensei em ver mas tinha uma preguiça colossal de baixar era Mr. Robot, até que semana retrasada meu irmão baixou e eu mal lembrava sobre o que era. RISOS Mas eu fui, assisti duvidando que pudesse entender tudo porque achava que teria muitos termos hackers e afins. Mas não se prendam a isso porque não é essencial para entender e apreciar a série.
O protagonista Elliot Alderson trabalha em uma empresa de segurança virtual durante o dia e é ~hacker justiceiro~ durante a noite. Sem mencionar que ele tem umas fobias sociais, depressão, vício em morfina… Não quero dar spoiler, então vou me limitar a dizer que eu achei os dois últimos episódios da primeira temporada algo muito mindblowing.

mrrobot
Ninguém sabe, Elliot. Todos fingimos que sabemos.

Agora me deixem lamentar o fim de Penny Dreadful. Achei que o final foi até coerente, mas prematuro e inesperado. (Mal aproveitei o episódio porque não tinha me recuperado do choque de saber que era o fim da série – isso não foi divulgado até a exibição do final.) A impressão que deu foi que fizeram a 3ª temporada pensando na possibilidade de uma seguinte e gravaram o último episódio para usar no caso de resolverem encerrar a série (essa minha teoria se apoia no fato de que nunca tivemos uma exibição de 2 episódios de uma vez só, exceto no series finale). Não sei me expressar bem a respeito, então fiquem com as 5 Fases do luto ilustradas por gifs que eu escolhi da Eva Green (curadoria de gifs é coisa séria e tenho um pra cada momento).

Negação, Raiva, Negociação
1negação 2raiva 3negociação
Depressão e Aceitação (claramente nota-se que aceitei uma ova)
4depressão 5aceitação

É bem curioso pensarmos que The Paradise se passa quase na mesma época de Penny Dreadful, também na Inglaterra.

PennyDreadfulUnderwear
Gosto de imaginar essa cena de Penny Dreadful acontecendo na The Paradise. Que raridade Vanessa rindo desse jeito! Não consigo evitar sorrir junto.

A série tem como ponto de partida o livro “Au Bonheur des Dames” de Émile Zola e originalmente se passa em Paris. Não sei quanto do livro foi mantido pois não li (dã), mas eu acho que a loja de departamentos que dá nome à série ficou bem com carinha de loja parisiense da época. (Como se eu conhecesse as lojas da época, né? XD Mas acredito que um pouco porque as novidades, as novas modas, a maioria surgia na França.)

Momento curiosidade: quando eu era mais novinha eu achava que Émile era mulher porque me parecia nome feminino. Assim como Eça de Queiroz. HAHAHAHA

A protagonista Denise é uma graça. Ela vem do interior toda inocente para morar e trabalhar com o tio, mas acaba tendo que buscar emprego na loja vizinha. É lá que ela conhece John Moray, dono da loja e comprometido com Katherine Glendenning. É claro que Denise acaba se apaixonando por ele. Mas em vez de se concentrar apenas em explorar o sentimento da garota ingênua pelo chefe, a história mostra Denise como uma mulher visionária e com ambição maior do que “encontrar o amor”.

theparadise
The Paradise não é uma série com intenção de ser feminista, mas só de não mostrar historinha de amor naquele molde de sempre dá um calorzinho no coração.

Infelizmente a série só tem 2 temporadas de 8 episódios – de modo de já estou terminando – mas tem o selo de qualidade de séries de época da BBC (acabei de inventar o selo, mas é produção da emissora mesmo) e recomendo bastante se você quiser ver algo mais leve.

Cinema em casa

Gente, me segura que eu consegui ver um filme inteiro! HAHAHAHA (Podem crer, eu basicamente só vejo filme quando noticio aqui.) O da vez foi Toast. Baseado na biografia de Nigel Slater (escritor, chef e apresentador britânico), o filme fala da relação de Nigel com a comida – desde a mãe que não sabia cozinhar à madrasta que começou a competir com ele sobre quem fazia a melhor comida. Não é uma história de grandes picos de emoção, mas é gostosa de assistir e mal vi o tempo passar. Em um dado momento pausei o filme para almoçar (já era tarde) e nesse momento me dei conta que faltavam apenas 6 minutos para acabar. Realmente não vi o tempo passar.

toast
Helena Boham Carter interpreta a madrasta que você fica na dúvida se ama ou odeia.

UM LIVRO? SIM, UM LIVRO

pássaros Alertem a mídia que hoje vou falar de um livro. Bom, na verdade vou falar que li um livro que esperou muito tempo para ser lido (por isso achei que valia a pena mencionar, vou embarcar numa onde de ler meus livros físicos): “Onde cantam os pássaros”, de Evie Wild. Eu não tinha grandes expectativas sobre a história, mas no fim das contas ela acabou me prendendo com o recurso de ficar indo e voltando no tempo. Mas fiquei meio decepcionada com o final, que ficou muito… em aberto. Terminei o livro procurando mais páginas porque acho que não deveria acabar daquele jeito.

Quase consegui um post com menos de mil palavras, mas resolvi falar do livro. ¯\_(ツ)_/¯ Espero que vocês continuem me amando mesmo eu sendo prolixa e viciada em gifs. =B


31 perguntas que você não fez, mas respondi assim mesmo

07 jul 2016
Postado por às em Aleatoriedades, Loucuras & Insanidades

Acho que faz um tempinho que não temos nenhum material novo do Banco Nacional de Memes e Tags, não é? Sou imitona mesmo e quando bati o olho nesse post, sabia que responderia a essas perguntas em breve.

1. Você gosta de coentro ou acha que tem gosto de sabonete?

Não gosto de coentro, porém nunca provei sabonete.

2. O que você acha de áudios do WhatsApp?

Nada contra os áudios, mas depende muito da circunstância. RISOS “Ah, mas era um assunto longo e eu fiquei com preguiça de digitar.” Uai, se você não se dignou a ter o trabalho de digitar pra falar comigo, eu lá vou ter o trabalho de baixar o áudio e ouvir? Reflita.

3. Você também comia o chocolate da Turma da Mônica pelas bordinhas?

Mas é claro. E existia alguma outra maneira de comer?

4. Qual é a melhor consoante do alfabeto?

B. Gosto do formato dela, apenas.

5. Qual é a primeira rede social que você vê de manhã?

Instagram. Gosto de ver umas imagens bonitas para começar bem o dia.

6. Você acha que existe alguma bala melhor que 7 Belo?

Quer que eu liste em ordem alfabética ou na ordem em quão mais gostosa do que 7 Belo elas são? Enfim, serei um pouco bairrista e citarei a histórica bala Chita que é daqui da minha terra.

bala-torcao-original
Eu poderia ser mais bairrista ainda e citar a Lilith, a bala de Paçoquita (não gosto muito da Paçoquita em si, mas a bala é amor) e a Icekiss entre as delícias locais melhores que 7 Belo.

7. Que cor você acha menos confiável?

Roxo acinzentado. Dependendo da luz você não sabe se é roxo, se é cinza. Não confio numa cor assim. =P

8. Qual foi o último filme que você viu e odiou?

Veja bem, é muito difícil eu ver um filme. E quando sinto que não estou gostando, abandono antes que possa realmente odiá-lo. O último filme que abandonei assim foi it Follows, mas o último em que senti um certo ódio dos personagens foi The Purge.

9. Qual animal parece mais simpático, um pato ou um golfinho?

Golfinho.

10. Toddy ou Nescau?

Sempre fui team Toddy, mas hoje em dia acho que ambos estão uma bosta, puro açúcar. Prefiro chocolate em pó.

11. Você acha que bebês conversam uns com os outros?

Conversar CONVERSAR MESMO, acho que não, mas acho que se comunicam quando balbuciam um para os outros.

12. Sabia que todo mundo é feito de poeira de estrelas?

Já escutei essa teoria. Posso afirmar com certeza? Nope. (Mas acho uma maneira poética que a gente é feito de uns elementos que podem ter sido parte de qualquer coisa antes.)

13. Ouro Branco ou Sonho de Valsa?

Please… Ouro Branco, claro.

14. Qual era seu desenho favorito na infância?

Um só? Então lá vai um dos que eu mais assisti:

care-bears

15. Que série você jamais reveria?

Eu não tenho muito o hábito de rever séries apesar de ver muitas séries (se eu ficar revendo não arrumo tempo para ver novas, certo? =B), devo ter feito isso apenas com Friends, Pan Am e Penny Dreadful (que dá a louca e vou lá ver um episódio). Então está mais para “qual série eu reveria”, porque pode ser que eu jamais reveja algumas, não por não gostar delas. Mas pensando bem, dentre as que vi e abandonei, citaria Vampire Diaries porque só de pensar nela solto vários AFFE.

16. Qual personagem do Harry Potter você menos gosta?

Dolores Umbridge. Voldemort é o vilão-mor da série mas é mais gostável que ela.

17. Qual é sua opinião sobre barrinhas de cereal?

É mais fácil tirar SUPER BONDER do dente do que certas barrinhas por aí.

18. Com quem você dividiria um Bis?

Com a pessoa que tiver sobrevivido comigo no mundo pós-apocalíptico. Afinal, em que outra circunstância seria necessário dividir um Bis exceto em uma condição extrema em que é questão de vida ou morte? Se for pra dividir, obrigada, pode ficar com o Bis inteiro.

19. O que você faria se achasse R$ 50 na rua?

Se eu não tiver visto quem perdeu, acho que isso faz da nota minha propriedade, não? =B Provavelmente compraria algo de comer.

20. Quanto tempo uma comida precisa estar na geladeira para você considerar ela velha?

Depende da comida. Tem umas que para mim tem mais cara de perecível e encaro se ela tiver passado 2 noites na geladeira no máximo.

21. Qual é seu número preferido?

Meio que Já respondi, é o 6 porque acho bonitinho.

22. Qual é o aplicativo mais inútil do seu celular?

Se eu não tiver desinstalado, é o Uber. Motivo: não tem Uber aqui na minha cidade, usei foi em São Paulo.

23. Quem você tiraria do elenco de “Friends”; se fosse obrigado?

O Paolo. Uai, que foi? Você não disse que era do elenco principal. Acho o Ross chato, mas é meio divertindo ver ele se ferrando. =B

24. Você é contra ou a favor de comer macarrão com arroz?

Não como. Mas tenho amigos que comem.

25. Qual foi a última vez que você precisou usar a Fórmula de Bhaskara?

Só para recordar… Bhaskara é aquela que a gente usa para resolver equação de 2º grau, certo? Então provavelmente usei em 2004, quando terminei a escola.

26. Você acha que dá para morrer de overdose de rúcula?

Acho que para ter uma overdose você teria que comer uma quantidade tão grande que morreria antes com o estômago estourando.

27. Quanto tempo você levou para entender como funciona o Snapchat?

Meio que não entendi até hoje, já que não tenho. heh

28. Qual é sua opção favorita no restaurante por quilo?

Batata frita. Nem sempre a lasanha é garantidamente boa, mas a batata mesmo meio murcha ainda é batata frita.

29. Você gosta de “Sorry” do Justin Bieber?

Sorry, mas não. heh

30. Você prefere passar muito frio ou muito calor?

Muito calor. Morando a vida praticamente no inferno, meio que aprendi a lidar. Frio dói.

31. Você está dormindo e sobe uma barata na sua cara. Você prefere continuar dormindo e nunca saber ou acordar e fazer alguma coisa?

Primeira opção. O que os olhos não vêem o coração não sente.